Fui o homem que
o crachá dizia
que eu era.
O crachá caiu — e eu descobri que não sabia quem era sem ele. Esse é o caminho de volta a ser um homem inteiro.
O crachá caiu — e eu descobri que não sabia quem era sem ele. Esse é o caminho de volta a ser um homem inteiro.
"Eu não saí do corporativo.— Cleber Ribeiro, criador do Método Margem®
O corporativo saiu de mim —
e levou junto o homem que eu achava que era."
Eu vivi cada um desses. Não era o trabalho que me esgotava — era o esforço invisível de sustentar um personagem o dia inteiro.
Não é falta de disciplina. É falta de margem.
Não é curso de produtividade. Não é coaching motivacional.
É a travessia que eu fiz pra parar de viver sufocado — e que hoje ajudo outros homens a fazerem as suas próprias travessias. Ter margem é ter espaço pra pensar, pra sentir, pra dizer o que quer. Pra liderar a própria vida, ao invés de ser levado por ela. E isso se constrói cuidando de três recursos:
Por quase 20 anos eu fui executivo em multinacionais — cheguei à Diretoria de Marketing para a América Latina. Tinha cargo, equipe, o crachá que abria as portas. E eu achava que aquilo tudo era eu.
A maioria dos cursos de liderança começa pelas respostas.
Este começa pelos recursos. Sem eles, qualquer técnica vira performance forçada — e eu sei bem, porque vivi de performance por anos.
Você não tem problema de tempo. Tem problema de critério. Eu enchia a agenda pra me sentir importante, e vivia só reagindo à demanda dos outros. Margem no tempo é parar de perguntar "o que tenho pra fazer?" e começar a perguntar "qual papel da minha vida isso serve?".
Eu vivia forte por fora e vazio por dentro, operando só na cabeça e no corpo — com o emocional desligado. Energia de verdade vem de reativar os quatro corpos e usar o que se sente como bússola, ao invés de fugir disso. Aguentar calado tem um preço, e a conta sempre chega.
Clareza é saber quem você é por trás do cargo, e se posicionar a partir disso. Perguntar, escolher, dizer o que pensa — com firmeza e respeito, sem virar ogro nem se apagar. Eu concordava com tudo pra fugir de briga. Aprender a pôr limite foi o que me devolveu a mim mesmo.
Não é pra quem busca atalho, nem pra quem já tem tudo resolvido.
É pra quem topa olhar pra dentro com honestidade — e atravessar.
15 perguntas. 5 minutos.
Um retrato honesto de onde você está hoje — e um primeiro passo claro pra começar a voltar pra você.
O conteúdo aqui e no Instagram é o começo. Para quem quiser ir mais fundo, estou construindo uma forma de fazer essa travessia de perto — passo a passo, com método.
Ainda não é hora. Mas em breve eu conto.
Por ora, vem comigo aqui.
Sócio da Blink Wise ao lado da Juliana Pescara, minha esposa. Por quase 20 anos fui executivo em multinacionais, até a Diretoria de Marketing para a América Latina.
Cresci, entreguei resultado — e me confundi com o cargo a ponto de, quando o crachá caiu, não saber mais quem eu era.
O padrão era claro: concordar pra fugir de briga, engolir, e me esconder pra não ouvir feedback. Foi a sociedade com a Ju que me obrigou a olhar pra dentro.
O Método Margem® nasce dessa travessia. Não sou nenhum homem pronto — ainda erro, ainda estou no caminho. Mas já vivo de um jeito mais inteiro, e é disso que eu falo aqui.
Forte sem ser ogro. Inteiro, não blindado.
Todo dia eu abro o jogo sobre essa travessia, sem máscara — pro homem que se perdeu no cargo e quer voltar inteiro.
Se isso falou com você, vem comigo. E marca, com carinho, aquele homem que precisa ouvir que dá pra largar a armadura sem deixar de ser forte.